*para escritoras iniciadas ou não, artistas, pesquisadoras, criadoras em geral — que querem desenvolver uma relação profunda e realizadora com a própria Voz poética

talvez você já tenha tentado outros caminhos, mas não deram certo. muito provavelmente porque esses caminhos — a maioria dos caminhos é assim — não levavam em consideração o seu corpo e o seu sonho (ou, se preferir, o seu inconsciente).

aqui, todo o processo é uma espécie de doulagem da sua Voz e da Obra que nasce dessa Voz: cuidamos da sua imaginação, a partir de exercícios com os sonhos, para que você possa ter o melhor “ambiente interno” para conceber sua Voz/Obra; facilitamos a chegada da Voz através de exercícios de imaginação costurados a partir dos seus sonhos e visões, de forma que essa Voz se enraíze nesse chão (o da sua mitologia pessoal mais íntima); cuidamos “textualmente” do que chega, lemos, vemos o que precisa de atenção, o que precisa de tempo, etc.; desenvolvemos “ferramentas e elixires” específicos para lidar com os seus desafios particulares, de forma a criar uma estrutura interna (uma mitologia e seus rituais) para que você possa seguir expandindo seu potencial criativo.

quem sou eu — caso esteja se perguntando

METÓDO

2.png

na minha metodologia, escolho dividir o processo criativo em dois impulsos: o parto da Voz / o parto da obra

PARTO DA OBRA

parto da obra é o que normalmente entendemos como processo criativo. é o sentar e fazer — e, fazendo, se defrontar com desafios específicos que surgem no encontro entre o seu processo (o que você precisa para estar em movimento criativo) & o processo criativo dessa obra singular (o que ela precisa para nascer). ambos variam no decorrer das transformações de um ciclo criativo; começar, desenvolver consistência, finalizar — cada etapa mexe e exige de maneiras diferentes.

juntando com os desafios criativos / artísticos que vão variar de acordo com a sua linguagem artística (como escrever essa cena? como finalizar esse capítulo? como conectar as partes?), temos um panorama dessa aventura doida que é parir uma obra.

no acompanhamento do parto da obra, eu te guio:

<aside> <img src="/icons/asterisk_red.svg" alt="/icons/asterisk_red.svg" width="40px" />

uma curiosidade: um dos sinais de que é hora de cuidarmos do **parto da obra **é o surgimento do primeiro texto que você sente profundamente que pertence ao que você está criando. ele é um acontecimento, normalmente não parece com o restante e quando surge, te deixa extática. esse texto fundante nos guia: ele é um oráculo. no parto da obra, lemos esse oráculo, aprendemos com ele a obra que de que ele é anunciação / grito / sonho (puxamos o fio de sua meada). caso você ainda não possua esse texto-oráculo, sem problemas: é disso que cuidamos no parto da Voz.

</aside>

PARTO DA VOZ

para sentar e fazer e viver a aventura de criar algo, precisamos de uma Voz que nos guie. sim, nos guie. porque a Voz poética não é somente um conjunto de trejeitos / preferências, ela é uma conexão profunda entre uma prática artística e a energia psíquica (o inconsciente / o corpo) de um autor.

sem uma Voz enraizada no corpo e no inconsciente, nos falta:

se você está aqui, talvez você já tenha tentado pular para o parto da obra (é isso o que nos ensinam que é criar: fazer) e se encontrado:

por isso, quando é o caso, antes do parto da obra, cuidamos do parto da Voz.

no acompanhamento do parto da Voz, eu te guio:

<aside> <img src="/icons/help-alternate_red.svg" alt="/icons/help-alternate_red.svg" width="40px" />

em dúvida se você precisa de acompanhamento para o parto da obra ou para o parto da Voz? fique tranquila porque podemos pensar nisso juntas.

</aside>

VISLUMBRE

DE COMO VÃO FUNCIONAR NOSSOS ENCONTROS

nos encontros, caminhamos com a prática & com os sonhos/tarot, cuidando do que você está criando e dos aspectos inconscientes envolvidos no seu processo criativo (assim evitando/cuidando de paralisias, entraves, dispersões).

na prática, os encontros se dividem entre:

I. cuidar do seu contexto criativo (a partir dos sonhos, dos acontecimentos da vida, das emoções que predominaram, do próprio texto que surge ou não surge, etc.)

II. cuidar do que está sendo criado (da Voz ao texto propriamente, em suas mais diversas dimensões, inclusive lendo e “jardinando” esse texto juntas durante o encontro)

III. fazer exercícios práticos de escrita, elaborados a cada encontro pensando no seu processo específico (que quase sempre sincroniza o que você precisa / o que a obra precisa)